Educação do paciente
Entender a própria condição é parte central do tratamento, com um programa de acompanhamento caseiro.
Se você sente dor persistente na face, mandíbula ou cabeça — estalos ou ruídos ao abrir e fechar a boca, travamento ao mastigar, ou mesmo uma "dor de dente" que os exames não explicam — esses podem ser sinais de Disfunção Temporomandibular (DTM) ou de outra condição de dor orofacial, incluindo a síndrome da boca ardente.
Nossa avaliação é biopsicossocial: olhamos para os sintomas físicos, mas também para os fatores emocionais e psicológicos envolvidos, porque corpo e mente respondem juntos à dor crônica. A primeira consulta é sempre uma avaliação completa; a partir dela, construímos um plano de tratamento individualizado.
Ultrassom, aplicação de calor e frio, manipulação manual intramuscular (agulhamento seco), alongamento e relaxamento da musculatura da mastigação e cervical, além de reeducação da postura, da respiração e dos movimentos mandibulares.
Entender a própria condição é parte central do tratamento, com um programa de acompanhamento caseiro.
Dispositivo acrílico usado em casos selecionados. Somos transparentes: os mecanismos pelos quais ajudam não são totalmente compreendidos, e a maioria dos pacientes melhora sem precisar dela.
Ajustes de alimentação (evitar alimentos duros ou pegajosos e goma de mascar), alongamento, automassagem e uso de calor ou frio em casa.
Agulhamento seco em pontos-gatilho miofasciais, técnicas de relaxamento e respiração, e biofeedback para hábitos orais inconscientes.
Cirurgias têm indicação rara em casos de DTM — menos de 1% dos casos. Saiba mais na página de Diagnósticos.